Inserção de Egressos

||Inserção de Egressos
Inserção de Egressos2022-08-25T19:43:56-03:00

Inserção de Egressos

APRESENTAÇÃO

O acompanhamento ao aluno egresso do Centro Universitário Unihorizontes constitui-se de um conjunto de ações que visam acompanhar a vida profissional do egresso, para identificar cenários do mundo produtivo e contribuir como processo de ensino, pesquisa e extensão.

Este relatório foi produzido a partir dos resultados da avaliação destinada aos egressos, objetivando identificar a efetividade dos serviços educacionais do Unihorizontes e seu impacto no desenvolvimento das competências profissionais requeridas pelo mercado de trabalho, possibilitando a revisão permanente das rotinas e interesses acadêmicos. Além desse diagnóstico a Instituição também tem como objetivo manter registros atualizados de alunos egressos, promover encontros e palestras direcionadas, divulgar a inserção dos alunos formados no mercado de trabalho e avaliar o desempenho institucional, por meio do acompanhamento da situação profissional dos ex-alunos.

Empregabilidade e área de atuação

O instrumento de avaliação foi aplicado a 348 egressos dos cursos de graduação bacharelado em Administração, Ciências Contábeis, Serviço Social, Direito, Engenharia de Produção, e nas graduações tecnológicas em Gestão da Segurança Privada, Gestão da Qualidade e Gestão Comercial. Deste total, obteve-se apenas 22 respostas, sendo 4 egressos do curso de Administração, 6 egressos de Ciências Contábeis, 3 egressos de Serviço Social, 4 egressos de Direito, 1 egresso de Engenharia de Produção, 2 egressos de Tecnologia em Gestão da Qualidade, 1 egresso em Tecnologia em Gestão Comercial e 1 egresso de Tecnologia em Gestão da Segurança Privada. Ressalta-se que não houveram respostas de egressos dos cursos de bacharelado em Engenharia de Civil, Arquitetura e Urbanismo, e das graduações tecnológicas em Gestão Recursos Humanos, Logística e Marketing. As questões que foram abordadas no instrumento de coleta de dados relacionam-se com o registro profissional, satisfação com a atividade desenvolvida, renda bruta, satisfação profissional, dentre outros.

Sobre a natureza das organizações em que os egressos trabalham, é notório que a maioria se encontra inserida no setor privado (70%), seguido daqueles que desenvolvem suas atividades no setor público (15%). Posteriormente, aparecem os egressos que trabalham em Terceiro Setor e Capital Misto com (5% cada), conforme o gráfico 1.

Grau de satisfação profissional

Quanto ao grau de satisfação com a atividade profissional, percebe-se que a maioria dos egressos respondentes (42%) estão “satisfeitos” com a atividade exercida no momento. Já para 23% dos egressos respondentes, a satisfação com o desenvolvimento das atividades profissionais foi manifestada de forma muito satisfatória, conforme apresentado no Gráfico 2.

Quanto aos fatores associados à satisfação profissional atual, a Tabela 1 aponta alguns itens elencados pelos egressos da Instituição que contribuem de forma positiva para que eles se sintam motivados a trabalhar. Neste sentido, a “relevância social do trabalho”, as “relações de trabalho”, a “carga de trabalho” e a “autonomia”, foram os itens destacados pelos egressos como fatores causais acima de 60% de satisfação e muita satisfação profissional. Por outro lado, o “reconhecimento social” (50%), a “remuneração” (43%), o “prestígio e/ou status” (43%), e a “oportunidade de desenvolvimento profissional” (43%), foram os itens destacados pelos egressos respondentes da pesquisa como fatores causais da insatisfação ou muita insatisfação profissional.

Dificuldades enfrentadas pelos egressos no mercado de trabalho

Quanto às dificuldades enfrentadas pelos egressos relativas à contratação na sua área de formação, 58% dos respondentes indicaram ter enfrentado alguma dificuldade e descreveram que os problemas surgiram devido à falta de experiência (87%) e a forte concorrência no mercado de trabalho (7%). Nenhum egresso manifestou dificuldades relativas a falta de conhecimento na área profissional (GRAF. 3).

Aumento salarial após a graduação

Sobre a faixa salarial do egresso, antes da conclusão do curso de graduação, percebe-se que a maioria (42%) dos egressos respondentes percebia uma remuneração de R$1.000 a R$1.500, e a minoria dos egressos respondentes (4%), percebia uma remuneração acima de R$4.000, e outros 4% não exerciam atividades remuneradas no momento da pesquisa, conforme gráfico 4.

Em relação à faixa salarial do egresso, após a conclusão do curso na área de formação, percebe-se, por meio dos dados do gráfico 5, que a faixa salarial dos egressos respondentes sofreu alterações. O Número de egressos que percebiam uma remuneração de R$1.500,00 a R$2.500,00 (27%) teve um aumento significativo de 33%. Por outro lado, aqueles egressos que percebiam uma remuneração menor de R$1.000,00 a R$1.500,00 diminuíram em 7%. Acrescenta-se que aqueles egressos que percebiam uma remuneração de até R$1.000,00 (8%), passaram a perceber uma remuneração maior entre R$1.000,00 a R$2.500,00 ou não exercem mais atividade remunerada (5%).

Na percepção de 73% dos egressos respondentes a formação acadêmica no Unihorizontes contribuiu para sua ascensão profissional, e para 27% dos egressos respondentes a formação acadêmica não contribuiu para a ascensão profissional, conforme mostra o gráfico 6:

A tabela 2 aponta as competências que foram desenvolvidas pelos egressos respondentes ao longo da sua trajetória acadêmica, e que contribuíram substancialmente para a sua ascensão profissional. Dentre as mais citadas destacam-se o “compromisso com a ética profissional” e a “capacidade de trabalho em equipe”, com mais de 60% cada, o “conhecimento profissional” (58%) e a “responsabilidade social e ambiental” (50%), seguida pela “capacidade para desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional” (46%), “capacidade para solucionar conflitos” (42%) e a “capacidade de tomar decisões” (42%).

Na percepção dos egressos, a “capacidade de trabalho em equipe” (92%), o “compromisso com a ética profissional” (92%), e a “capacidade de pensar estrategicamente” (88%) foram competências que o curso contribuiu muito/ contribuiu de forma mediana para serem desenvolvidas.

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